O Portal GPN esclarece: a “mobilidade sustentável” que Marília precisa é o ônibus que não quebra e a calçada que o cadeirante consegue usar. Propor pontos públicos de recarga para carros de luxo é um tapa na cara de quem espera meses por um exame de imagem.
Se a elite quer carregar seus carros, que procurem a iniciativa privada. O dinheiro público é sagrado e deve ser usado para quem tem fome de saúde, de educação e de respeito. Chega de tratar o orçamento da prefeitura — que já é um dos maiores do país — como um cartão de crédito sem limite para mimos de poucos. Em 2026, o povo vai lembrar quem escolheu o “pão” para os ricos e o “chicote” do descaso para os pobres.
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